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Bem- Vindos ao 

Programa do Espetáculo

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O Beijo no Asfalto

RELEASE

Grupo Comédia Cearense celebra 68 anos com nova montagem do clássico ‘O Beijo no Asfalto’, de Nelson Rodrigues

Com direção de Hiroldo Serra, a montagem tem no elenco Manoela Bacelar, Marcia Sucupira, Roberto Reial, Ildo Mota, Luís Costa, Amenhotep Rodrigues, Natali Lima, Érica Cardoso, Paulo César Cândido e Rafael Xerez.

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Ingressos à venda na plataforma
Sympla clique aqui

O teatro cearense se prepara para uma temporada de emoções à flor da pele! O icônico texto "O Beijo no Asfalto", de Nelson Rodrigues, um dos maiores autores do teatro brasileiro, ganha nova montagem em comemoração aos 68 anos do grupo Comédia Cearense, com direção de Hiroldo Serra. O espetáculo será encenado no mês de maio, dias 03, 10, 24 e 31, sempre às 20h, no Teatro Nadir Papi Saboya, em Fortaleza. Os ingressos estão à venda na plataforma Sympla.

Esta é a segunda montagem de “O Beijo no Asfalto” pela Comédia Cearense. A primeira foi há exatos 60 anos, com grandes nomes do teatro no elenco, entre os quais, Aderbal Freire Filho, B. de Paiva e Haroldo Serra, fundador do grupo.

A trama, originalmente escrita em 1960, segue mais atual do que nunca ao abordar hipocrisias sociais, manipulação midiática, limites da moralidade, machismo, manipulação da informação, misoginia, homofobia, abuso de autoridade e assédio moral. Tudo começa quando Arandir, interpretado pelo ator Roberto Reial, atende ao pedido de um desconhecido atropelado e lhe dá um beijo nos últimos instantes de vida. O ato de compaixão se transforma em um escândalo quando o sensacionalista repórter Amado Ribeiro (Luís Costa) transforma o caso em manchete, dando início a um enredo de perseguição, intrigas e tragédias.

Para reforçar a atmosfera da peça, a trilha sonora será executada ao vivo no piano pelo instrumentista e compositor Ricardo Bacelar, proporcionando uma experiência ainda mais envolvente e dramática.

O elenco reúne grandes talentos do teatro cearense: Manoela Bacelar (Selminha), Márcia Sucupira (Dália), Ildo Mota (Aprígio), Amenhotep Rodrigues (Delegado Cunha), Natali Lima (Dona Matilde), Érica Cardoso (Dona Judith / Viúva), Paulo César Cândido (Aruba / Barros) e Rafael Xerez (Werneck), que prometem levar ao público uma interpretação intensa e visceral.

Ficha Técnica:

Texto: Nelson Rodrigues
Direção: Hiroldo Serra
Trilha Sonora e Piano: Ricardo Bacelar

Elenco:
Selminha: Manoela Bacelar
Dália: Marcia Sucupira
Arandir: Roberto Reial
Aprígio: Ildo Mota
Amado Ribeiro: Luís Costa
Delegado Cunha: Amenhotep Rodrigues
D. Matilde: Natali Lima
Viúva/D. Judity: Érica Cardoso
Aruba/Barros: Paulo César Cândido
Werneck: Rafael Xerez
Fotógrafo e Atropelado: Rayan Monteiro 

Direção, coreografia, ambientação, figurino: Hiroldo Serra

Contra Regra: Cintia Marilac
Mídia Digital: WWEBDigital TI, Design & Marketing
Relações Públicas: Fernanda Mesquita Teles

Fotografia para divulgação: Isabelle Montenegro e Caroline Leonice
Iluminação: Rayan Monteiro

Redes sociais do Grupo Comédia Cearense: @grupocomediacearense/

 

Serviço:

“O Beijo no Asfalto” do grupo Comédia Cearense

Temporada: 03,10, 24 e 31 de maio de 2025 (sábados), às 20h

Local: Teatro Nadir Papi Saboya, do Colégio Farias Brito

Endereço: Rua 8 de setembro, 1331 – Varjota, Fortaleza-CE

Localização: Theater Nadir Papi Saboya

Ingresso: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia). À venda na bilheteria do Teatro a partir das 19h em dias de espetáculo e na plataforma www.sympla.com.br.

Capacidade: 260 lugares (assento por ordem de chegada sem marcação de lugar)

Classificação indicativa: 14 anos

Informações: (85)99635-3475

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Nelson Rodrigues e "O Beijo no Asfalto"

Nascido em Recife/PE, em 1912, Nelson Rodrigues mudou-se ainda criança com a família para o Rio de Janeiro, onde passou grande parte de sua vida e construiu sua carreira. Nessa jornada, foi escritor, jornalista, romancista, teatrólogo, contista e cronista de costumes e de futebol brasileiro. É considerado o mais influente dramaturgo do Brasil.

"O Beijo no Asfalto" é uma de suas obras mais emblemáticas. A peça trata de temas como a moralidade, a pressão social, o desejo reprimido e a transformação de um ato simples em um escândalo que revela as fragilidades das convenções sociais. A primeira montagem foi encenada em 1961, com direção de Gianni Ratto, tendo no elenco nomes como Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Ítalo Rossi e Fernando Torres. O texto se tornou um clássico do teatro brasileiro, com inúmeras encenações e três adaptações para cinema.

Quem é quem em "O Beijo no Asfalto"

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Hiroldo Serra:

Direção

Cenografia, ambientação, iluminação, figurino

Ator, Diretor, Produtor, Autor, Professor e Presidente do Grupo Teatral Comédia Cearense. Atuou nos espetáculos: Seria Cômico Se Não Fosse Trágico, A Valsa Proibida, A Viúva Alegre, O Morro do Ouro, A Mente Capta, Nos Trilhos da Paixão, O Casamento da Peraldiana, O Simpático Jeremias, Peter Pan, Pinóquio, O Mágico de Oz, Branca de Neve, Cinderela entre outros. Dirigiu: Auto de Natal, A Psicanalista Surda, O Pecado de Jó, Se Romeu e Julieta não tivesse morrido, entre outros. No Colégio Espaço Aberto dirigiu: Chicago, Hair, Grease, Mamma Mia, Lisbela e o Prisioneiro, A Ópera do Malandro, entre outros. Recebeu o Troféu Carlos Câmara em 2012. Em cinema fez os longas: O Caminho das Núvens, Minerva é Nome de Mulher, O Quinze, Causa e Efeito, Se Arrependimento Matasse, O Filho Único do Meu Pai, Mãe de Santo Teu Nome é Zimá, Cabeça de Nego. Cutas: Grêmio Estudantil, A Casa das Horas, Entradas e Bandeiras, Eis-me Aqui. Séries: Lana & Carol, Cangaceiro do Futuro (NETFLIX).

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Roberto Reial

Personagem: Arandir

Roberto Reial, que interpreta Arandir, homem íntegro que tem sua vida virada de cabeça para baixo após um simples gesto de empatia.

Roberto Reial Linhares, ator com registro profissional há mais de 20 anos; Membro da Academia Cearense de Cultura; atuou em inúmeras peças de teatro infanto-juvenis e adultas tendo a honra de ter contracenado e dirigido por ícones das artes cênicas no Ceará como Haroldo Serra, Hiramisa Serra, Hiroldo Serra, Ary Sherlock, Marcus Miranda, Carri Costa, Cláudio Jaborandy, Jane Azeredo. Participou de obras audiovisuais cinematográficas (curta e longa duração) e oficinas com ícones do teatro brasileiro (Antunes Filho, Paulo Autran, Jonas Bloch, Aderbal Freire, Denise Bandeira, Domingos de Oliveira). Mestre em Direito, professor, Advogado atuante em Propriedade Intelectual, contratos nas áreas da comunicação, entretenimento e audiovisual.

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Manoela Queiroz Bacelar

Personagem: Selminha

Manoela Queiroz interpreta Selminha, a jovem esposa de Arandir, que entre o amor e a dúvida, é moldada pelo medo do julgamento social.

Manoela Queiroz Bacelar (ou Manoela Villar)

Advogada, mestre em direito pela UFC, pós-graduada em gestão pela FVG, pós-graduada em Escrita e Criação pela Unifor.
Autora de “Tombamento: afetos construídos”(IBDCult, 2016), “Vovó, Zefinha e eu”  (Armazém da Cultura, 2019), “12 coisas que a criança sabe que existem” (Armazém da Cultura, 2025) e artigos acadêmicos. 

É membro da Academia Cearense de Letras Jurídicas, da Academia Cearense de Cultura e da Academia de Literatura e Jornalismo. 

Participa da Cia de dança Mosaico40, é conselheira da Fundação Bienal São Paulo e da Fundação Edson Queiroz.
Participou do Grupo Comédia Cearense, nas montagens de A Valsa Proibida, O Morro do Ouro, A Mentecapta e dos clássicos infantis como Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve e os sete anões, Cinderela e O Casamento da D Baratinha, todas dirigidas por Haroldo Serra.

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Ildo Mota:

Personagem: Aprígio

O ator Ildo Mota interpreta Aprígio, sogro de Arandir, símbolo da moral conservadora e opressora, incapaz de compreender gestos fora da norma

Nascido na capital alencarina, o ator Ildo Mota iniciou sua carreira em 1994 no grupo Abre-Alas, com o qual participou de diversas montagens infantis. Depois de uma longa trajetória, passou a integrar o grupo Bandeira das Artes, atuando, assinando figurinos e confeccionando adereços.

Atualmente, é membro efetivo do grupo Mirante de Teatro Unifor e recebeu as indicações de melhor ator pelo prêmio Encena, através do espetáculo ‘A Volta ao Mundo em 80 dias’, e de melhor maquiagem, pelo trabalho no espetáculo ‘Guerra e Paz’, do mesmo prêmio. Ingressou no grupo Comédia Cearense como ator convidado, tendo participado de algumas montagens. Na sétima arte, atuou no premiado filme ‘Cabeça de Nêgo’, de Déo Cardoso, ‘O Quarto Escuro da Mente’, de Ângela Escudeiro (em fase de pós-produção) e ‘Rebentos de Oscar’, de JP Lima (em fase de finalização das gravações).

Além do teatro e cinema, participou de série para TV, realizou diversas propagandas para o Governo do Estado do Ceará, TV Verdes Mares e Fortaleza Esporte Clube. Realiza ainda locuções, dublagens para empresas de entretenimento e academias de dança - tendo iniciado esse trabalho em animações do cartunista Sinfrônio.

Em sua trajetória de 31 anos nas artes, Ildo Mota já foi dirigido por grandes nomes do teatro cearense, como Kildary Pinho, Fernando Lira, Ana Cristina Viana, Hertenha Glauce, Hiroldo Serra e Carri Costa. Em seu currículo artístico, agrega os trabalhos de mestre de cerimônias, cerimonialista, maquiador cênico e apresentador.

Foi ganhador do quadro ‘Engana que eu gosto’ - do programa de TV ‘Domingão do Faustão’. Está em constante aprendizado, participando de cursos, oficinas e workshop, rendendo-lhe o prêmio de melhor ator pelo festival FECTA e Cidade da Paz. É audiodescritor (em formação), tendo realizado a audiodescrição dos espetáculos ‘BR Trans’, de Silvero Pereira, e ‘Quatro Patas’, do grupo Bricoleiros, no festival TIC.

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Marcia Sucupira Barreto: 

Personagem: Dália

A atriz Márcia Sucupira, enriquece o universo da peça com sua visão e presença, porém, escondendo segredos que serão revelados.

Marcia Sucupira Barreto nasceu em Fortaleza e Iniciou os estudos em teatro no ano de 1986 com o professor Fernando Pianco. Em 1989 fez audição e ingressou na Comédia Cearense tendo protagonizado os espetáculos Dona Patinha Vai ser Miss , O julgamento dos Animais ( prêmio revelação do Ano) Pinoquio, O mágico de Oz ( prêmio melhor espetáculo) e o Fastaminha Pluft. Em 1992 obteve seu registro profissional na função de atriz. Fez diversos trabalhos em dança contemporânea e  também é escritora de de crônicas e livros infantis. Além do teatro tem formação em Direito onde exerce a advocacia e o magistério.

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Amenhotep Rodrigues: 

Personagem: 

O ator Amenhotep Rodrigues ou Tep Rodrigues encarna o Delegado Cunha, representando aqui a autoridade corrompida pelo moralismo e pela pressão midiática que sofredevido a acusações de agressões e misoginia.

Natural de Juazeiro do Norte, formado em Artes cênicas pelo IFCE e em Jornalismo pela Fanor
Participação em mais de 20 peças de teatro, inclusive musicais como "Não verá país nenhum" de Inácio de Loyola Brandão 
Participação em algumas produções cinematográficas , sendo por último, no filme "Milagre do Destino" que passou dia 22 de fevereiro na Tela Quente, Rede Globo e está na Globoplay.

Tep Rodrigues tem experiência na tv apresentando programas na Tv União, Tv Assembleia, Tv Diário e por último na Tv Verdes Mares apresentando os programas "Destaque VM" e o programa turístico "#Partiu"

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Luis Costa: 

Personagem: Amado Ribeiro

O ator Luis Costa, interpreta Amado Ribeiro, repórter sensacionalista e manipulador, que transforma uma tragédia humana em espetáculo, o "repórter" maquiavélico dono de toda a trama.

Vasta experiência na TV e no teatro, tendo atuado em mais de 40 peças. Atualmente compõe o elenco de um dos maiores grupos cearenses de teatro: “Comédia Cearense”.

Teve personagem destaque no musical “O morro do ouro” (2017) encenado no Theatro José de Alencar, dirigido por Haroldo Serra, contracenando com atores como Hiroldo Serra e Hiramisa Serra. Indicado a melhor ator coadjuvante no “Destaques do ano do Troféu Carlos Câmara” (2015). Primeiro ator cearense a fazer parte do elenco do espetáculo “Enfim, nós” de Bruno Mazzeo e dirigido pelo redator da TV Globo e diretor de teatro, Cláudio Torres Gonzaga, ficando em temporada no Theatro Via Sul (2018). Fez parte do elenco principal do quadro de humor do programa “Se Liga no Humor”, exibido pela TV Verdes Mares (2016 e 2017), além dos especiais de fim de ano da TV Globo NE, exibidos nos anos de 2016 e 2017.


Em 2024 fez o personagem Martoni, no telefilme "Só no Sertão" da TV Globo com direção de Alexandre Klemperer, exibido na Tela Quente.

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Paulo César Cândido: 

Personagem: Aruba

O ator Paulo César Cândido é desafiado a interpretar Aruba, um Policial misto de engraçado, autoritário e puxa saco refletido do Delegado Cunha.

Experiente, o ator Paulo César Cândido estreou no Teatro José de Alencar com apenas 17 anos de idade na Peça “O Padre e o Podre” (TJA- 1988). Atuou no espetáculo infantil “O Palhaço, o que é?” (1998) com Marcus Miranda (Praxedinho) . Atuou no Espetáculo Musical “Brasil, de Cabral a Isabel” (1992), atuou em “O Rapto das Cebolinhas” (1993) e em “As Aventuras do Macaco Simão” (1993), Participou do Ciclo de Leituras Dramáticas do Teatro José de Alencar, atuando na peça “Inquisição em Juazeiro, Hóstia de Sangue” (TJA-1994). Participou do Balé “O Quebra-Nozes (TJA- 1994). Participou do espetáculo multicênico “Je Vous Salou, Majô – Para Além do Bem e do Mal”, direção de Eduardo Braga (1997), atuou no Espetáculo Musical “Irreverência Moleque” (2000). Participou da comemoração de aniversário do Teatro José de Alencar com o esquete “Waldemar Garcia”, de Ricardo Guilherme, com direção de Marcus Miranda, pelo Teatro Novo (2000). Atua no Espetáculo Sacro até hoje (2025) “ O Gólgota, a Paixão de Cristo” (O Mártir do Gólgota - 2000 a 2025). Estreou seu primeiro infantil com a Comédia Cearense: “Os Dálmatas” (2001), atuou em seu segundo espetáculo adulto pela Comédia Cearense: “A Caça e o Caçador” (2002), Participou do musical “Contos que Reconto”, de Caio Quinderé, com a Academia Cláudia Borges (TJA - 2003); atuou em “O Corcunda de Notre Dame”, Comédia Cearense  (2004/2009/2012). Atuou em “A Mente Capta”, Comédia Cearense (2009). Atuou em “A Viúva Alegre”, direção de Haroldo Serra Comédia Cearense (TJA-2007). Participou da opereta “A Valsa Proibida”, de Paurillo Barroso, com direção de Haroldo Serra (TJA -2010), atuou em “Uma Canção para Eulália” (Teatro Arena Aldeota - 2010). Atuou em “A Noiva Cadáver” (2011 - Comédia Cearense, com direção de Haroldo Serra), atuou ainda em “Orquestra de Senhoritas” de Jean Anouilh, Direção de Haroldo Serra (2014 - Teatro Arena Aldeota e Cuca Mondubim) e hoje (03/05/2025) atua em "O Beijo no Asfalto" de Nelson Rodrigues, com Direção de Hiroldo Serra.

 

Participação em televisão e cinema: participou da novela “Tropicaliente”, de Vinícius Viana e Walter Negrão, da Rede Globo, como figurante (1994) , participou do curta-metragem Tangerine Girls, de Liloye Boubli, conto de Rachel de Queiroz, direção de Liloye Bouble (1996), participou do Curta-Metragem “Confiança”, de Heraldo Cavalcante, direção de Heraldo Cavalcante (2002), Atuou no Curta Metragem “O Domicílio” de Jotapê Lima (2025) e atualmente está gravando o Longa Metragem “Rebentos de Oscar” (2025) de Jotapê Lima.

 

Como modelo fotográfico Paulo César Cândido atuou em diversos comerciais de empresas consagradas como Farmácias Pague Menos, Beach Park, GACECE e era o garoto propaganda oficial da marca Via Direta, entre outros.

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Erica Cardoso: 

Personagens: Viúva e Dona Judite

A atriz Erica Cardoso faz majestosamente duplo papel, a Viúva do morto e Dona Judite, revelando nuances diferentes do feminino na trama, da dor morte junto a acusações infundadas à ironia social.

Atriz, produtora e roteirista. Graduada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Ceará, possui mais de 15 anos de carreira. Roteirizou e produziu o espetáculo teatral infantil “Um amor astronômico” e o curta-metragem “Desamores”.

Premiada como melhor atriz no Alternative Film Festival, em Toronto/Canadá e indicada a melhor atriz em Los Angeles pelo longa-metragem “Entrelaçados”. Premiada no Prêmio Quimeras de Teatro como melhor atriz de comédia (a noiva e o condutor) e atriz coadjuvante (conjunto de trabalhos).

Em 2021 recebeu o prêmio Gasparina Germano de melhor Atriz no Festival de Esquetes de Fortaleza FESFORT.
Foi indicada a melhor drama internacional pelo curta-metragem Vermelho sobre o azul com direção de Luís Costa e produção de Erica Cardoso.
Atualmente é atriz e produtora executiva do grupo Comédia Cearense e do grupo de teatro Marróia. Produziu e coordenou o I Festival de Esquetes Haroldo Serra, o projeto “Comédia Cearense – onde a arte acontece” aprovado no II Edital Escolas Livres da Cultura. Fez a produção executiva do desenvolvimento de roteiro do projeto “Pinturas Perigosas”, fez produção de elenco local do filme “Um novo amanhã” da Rede Globo, produção de elenco do videoclipe “Novinha do Tik Tok” de Felipe Amorim, com mais de 17 milhões de visualizações no youtube. É diretora de produção do projeto “Comédia Cearense – onde a arte acontece” aprovado no Edital de Apoio a Ações Continuadas – Grupos e Coletivos – da FUNARTE.

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Natali Lima: 

Personagem: Dona Matilde

A atriz Natali Lima interpreta Dona Matilde, a fofoqueira do bairro, aquela que leva notícia "as amigas" com capciosidade.

Psicóloga, Equoterapeuta e Atriz da Comédia Cearense. Atuou em: Uma canção pra Eulália, A Paixão de Cristo, Auto de Natal, O Casamento da Peraldiana, A Noiva Cadáver, Cinderela, Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, O Feitiço da Moura Torta, O Mágico de Oz, Pinóquio, Peter Pan, Dona Onça Pintada e seu Bode Cheiroso, Nos Trilhos da Paixão, A Psicanalista Surda, Se Romeu e Julieta Não Tivesse Morrido, A Valsa Proibida, A Viúva Alegre. Participou do Especial de Final de Ano da Globo de 2010. Participou do filme: "O Filho Único do Meu Pai" e atualmente ganhou o Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu icônico personagem "Caolho" no espetáculo "Peter Pan", concedido pelo Grupo Quimeras de Teatro.

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Rafael Xerez: 

Personagem: Werneck

O ator Rafael Xerez, interpreta Werneck chefe de Arandir e figura que complementa o círculo de poder corporativo de preconceitos e julgamentos.

Rafael Xerez é formado em Direito. Possui cursos de Extensão  em Cinema e Vídeo pela Universidade Federal do Ceará e em Direção Cinematográfica pela Universidade Federal da Bahia. É professor dos cursos de Graduação e Doutorado em Direito na Universidade de Fortaleza - UNIFOR, com pesquisa com foco nas relações entre Direito e Arte, já tendo lecionado no curso de Cinema. Membro da Academia Cearense de Cinema. Dirigiu o curta “Daquilo que Chamam de Amor”, em 2009, o qual exibido no Cine Ceará. “Beijo no Asfalto” marca sua estreia no teatro.

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Rayan Monteiro: 

Personagens: Fotografo e Atropelado

O ator Rayan Monteiro interpretará o morto, o atropelado. 

Rayan Monteiro, nascido em Fortaleza, tem 30 anos, iniciou fazendo oficina livre de teatro na Casa da Comédia Cearence em 2008, sob orientação e direção de Hiroldo Serra, onde fez espetáculos como "A Guerra dos Sexos", "O Capeta de Caruarú", "O Casamento da Peraldiana", "O Gólgota - A Paixão de Cristo", "Mamma Mia" e mais atualmente "O Verdugo" e esquetes como "Sonho de Vitalina" de Walden Luiz.
Ingressou no grupo Comédia Cearense em 2012, participando dos espetáculos infantis, tanto como ator, quanto bailarino, fazendo parte do corpo de baile, e fazendo espetáculos como "Peter Pan", "O Corcunda de Notre Dame" "Chapeuzinho Vermelho", "Branca de Neve" e o "Auto de Natal".
No mesmo ano ingressou também na Cia Cearense de Molecagem, dirigido pelo ator e diretor Carri Costa, onde também fez diversos espetáculos infantis e também trabalhou como coreógrafo como "O Show do Mickey", "A Bela e a Fera", "A Pequena Sereia", entre muitos outros.
Fez aula de balé clássico e jazz dance no Estúdio de Dança Pas De Six.
Ingressou em um projeto social chamado Projeto Trampolim, onde iniciou fazendo balé clássico e atualmente é professor voluntário de jazz.
Produziu e dirigiu em 2023 a I Mostra Artística do Projeto Trampolim, atuando como diretor e coreógrafo.
Atualmente estuda Teatro Profissionalizante na escola Recriarte.

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Ricardo Bacelar: 

Pianista

A trilha sonora, executada ao vivo pelo pianista e compositor Ricardo Bacelar, adiciona camadas de emoção à narrativa e intensifica a experiência dramática.(Fonte: O Estado Ceará)

Ricardo Bacelar é pianista, compositor, cantor e produtor musical brasileiro, nascido em Fortaleza. Sua carreira é marcada pela versatilidade e pela fusão de jazz, música clássica e ritmos brasileiros. Iniciou sua trajetória integrando o grupo Hanoi Hanoi nos anos 80. Participou do Grupo de Teatro Comédia Cearense, atuando como pianista da opereta A Valsa Proibida. Trabalhou e gravou com grandes nomes da música brasileira: Belchior, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Roberto Menescal, Luiz Melodia, Gilberto Gil, Lulu Santos, Flávio Venturni, Erasmo Carlos, Fagner, Flora Purim e outros, lançou diversos álbuns com destaque internacional em paradas de jazz. Também fundou o Jasmin Studio e o selo Jasmin Music. Em anos recentes, lançou projetos como Paracosmo, Congênito, Andar com Gil e Nós e o Mar, todos com repercussão internacional. Sua trajetória é marcada pela inovação, qualidade técnica e pela valorização da música brasileira.

A História da

"Um homem chamado Teatro",

Haroldo Serra, fundador da Comédia Cearense, in memoriam

"A primeira Dama do Teatro Cearense, Hiramisa Serra, abnegada esposa de Haroldo Serra, na casa, na família e no Teatro.

 A Comédia Cearense é um dos mais antigos grupos teatrais do Brasil. Criada em 1957, sob coordenação do ator e dramaturgo Haroldo Serra, é uma  instituição   considerada de Utilidade Pública  e reconhecida   em   todo   o   território   nacional   não    somente    pelos    seus     67  anos  de existência, mas  principalmente  pela  qualidade  de  suas  montagens  e  pela ação sociocultural que desenvolve junto à comunidade da região.


     Ao longo de toda essa trajetória  foram  montados  mais  de  104 espetáculos em 207 montagens, sempre prestigiando e dando prioridade a textos onde os valores e saberes culturais nordestinos estiveram presentes, contribuindo com isso para a difusão da dramaturgia regional.


     Em 2002 o grupo criou e mantém até hoje um espaço cultural, a Casa da Comédia Cearense, complexo formado por salas onde ocorrem oficinas, cursos e palestras; salas de ensaios de teatro e dança; biblioteca teatral, com livros e banco de textos teatrais; um Teatro Jardim (Waldemar Garcia) com capacidade para 200 expectadores. Este espaço foi criado com a intenção de afirmar e legitimar uma relação com estudantes, professores, atores, bailarinos, músicos, jornalistas e pesquisadores.


     Na busca do resgate e da divulgação do autor cearense a Comédia lançou a coleção REPERTÓRIO, com sucessos encenados pelo grupo. O nº 1, traz a peça de Eduardo Campos, “Rosa do Lagamar”. O nº 2, publica o texto de Caio Quinderé, “Nos Trilhos da Paixão”.


            A Comédia Cearense;  ganhou no Festival de São José do Rio Preto/SP os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Cenógrafo, Melhor Figurino, Melhor Espetáculo, Sonoplastia, Ator Coadjuvante, Atriz, Atriz Coadjuvante e Ator Coadjuvante com a peça de Gastão Tojeiro, “O Simpático Jeremias”, e de Melhor Espetáculo pela Comissão Julgadora e Júri Popular com a peça “O Morro do Ouro”, do cearense Eduardo Campos.


     Em 2002, participando do Projeto EnCena Brasil, do MINC, a Comédia Cearense excursionou  para Mossoró, Recife e Rio de Janeiro com o projeto Dois Momentos da Dramaturgia Nordestina com os espetáculos: “A Caça e o Caçador ”, de Francisco Pereira da Silva e “Nos Trilos da Paixão”, de Caio Quinderé. Este último esteve presente, em 2003, no FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE EXPRESSÃO IBÉRICA, na cidade do Porto, em Portugal.


     Alguns espetáculos encenados: “O Demônio Familiar”, de José de Alencar; “A Mente Capta”, de Mauro Rasi: “ A Viúva Alegre”, de Franz Lehár; “O Casamento da Peraldiana”, burleta de Carlos Câmara (espetáculo que esteve em cartaz, no Teatro Princesa Isabel, no Rio de Janeiro, durante o mês de Janeiro de 2008), “Seria Cômico Se Não Fosse Trágico”, de Friedrich Durrenmatt, “O Corcunda de Notre Dame”, “A Família Addams”, “Uma Canção Para Eulália”, “A Valsa Proibida”.


     Há 23 anos vem encenando durante a Semana Santa, o espetáculo “O Gólgota – A Paixão de Cristo”, adaptação da obra de Almeida Garret. Em 2011,2012,2013,2014,2015 a Paixão de Cristo foi encenada na Praça Verde do Centro Dragão do Mar com público diário superior a 4.000 espectadores por espetáculo. Em 2016 a encenação foi no Cine Teatro São Luís e agora acontece na Casa da Comédia Cearense.


   Em 2012 teve seu trabalho registrado no Documentário Nacional Teatro e Circunstância – O Teatro para Criança no Brasil: Pioneiros do Moderno Faz de Conta 6ª Temporada. SESCTV – São Paulo – Brasil (www.sesctv.org.br).


            Em 2014 a Comédia Cearense teve seu trabalho registrado ao lado dos grupos Galpão (Minas Gerais), Tá na Rua (Rio de Janeiro), Imbuaça (Sergipe), Ói Nóis (Porto Alegre) e Teatro Popular e Olho Vivo (São Paulo) no Documentário Ensaio Aberto Brasil (https://vimeo.com/89974863).


            Promoveu em 2016 o aniversário de 50 anos da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará e o aniversário de 106 anos do Theatro José de Alencar com o espetáculo que inaugurou o Teatro em 1910 – “O Dote” de Artur Azevedo.


            Em 2017 a Comédia Cearense comemorou 60 anos de atividades ininterruptas. Lançou o livro “O Teatro Cearense pelas Mãos do Cenógrafo e Figurinista Flávio Phebo” e o registro iconográfico “Comédia Cearense 60 Anos”. No Theatro José de Alencar fez o espetáculo “O Morro do Ouro” em comemoração aos seus 60 anos.


   Em parceria com o Detran – CE, apresentou durante vários anos os espetáculos Passeio de Carro e Chapeuzinho no Vermelho com tema de Educação para o Trânsito em Fortaleza em dezenas de municípios do Ceará para mais de 30.000 espectadores. O Grupo Comédia Cearense nos últimos dois anos firmou importantes parcerias de fomento cultural para formação artística. A Casa da Comédia Cearense foi palco de turmas de ensino das linguagens de Teatro, Audiovisual, Dança, Circo, Libras, além de atendimento psicológico. As ações foram apoiadas pelo Edital Escolas Livres da Cultura do Estado do Ceará e trabalhou com mais de 450 pessoas, entre 2022 e 2024.

Ainda em 2024, o projeto deu continuidade às oficinas de artes e às apresentações gratuitas, contando com o fundamental apoio da Fundação Nacional das Artes (Funarte). Em apenas seis meses de execução, a iniciativa alcançou resultados expressivos: mais de 150 pessoas foram formadas nas cinco linguagens artísticas oferecidas, enquanto mais de 1.000 espectadores tiveram acesso gratuito às apresentações. Mesmo em um período tão breve, o projeto demonstrou grande alcance e relevância social, promovendo formação e fruição cultural de forma ampla e acessível.

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Próximos
Espetáulos

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A Mente Capta

Pinóquio

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@2025 - Comédia Cearense - O Beijo no Asfalto de Nelson Rodrigues - Direção Hiroldo Serra 

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